Vamos pensar juntos na resposta para essa pergunta: “O que vem primeiro? O cliente ou a equipe?”.
Imagine que você é o dono de uma empresa e precisasse escolher qual estar em primeiro lugar. Sua escolha seria pelo cliente ou pela equipe?
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Já fizemos parte de uma época na qual o cliente sempre era o foco. Ele estava sempre em primeiro lugar e até falava-se muito aquela frase: “o cliente tem sempre razão!”.
Mas com o passar do tempo essa visão caiu um pouco por terra e entrou em desuso dando espaço para a importância da equipe, e passou-se a falar e preocupar-se muito com a qualidade das equipes de trabalho.
O foco passou a ser qualificar essa equipe, humanizar o setor de Recursos Humanos, capacitar o capital humano das empresas e, enquanto isso, o cliente ficou em segundo plano, sendo colocado um pouco de lado.
E daí vem essa pergunta… Qual destas fases é – ou foi – a mais correta? Focar no cliente ou manter o foco na equipe de trabalho? Talvez, a resposta seja mesmo difícil de ser encontrada.
Sem escolhas: equipe e clientes caminhando lado a lado
Então, vamos imaginar que um novo negócio será aberto na sua cidade buscando inovar num determinado setor. Por exemplo, uma borracharia que somente irá atender ao público feminino.
O primeiro passo é estruturar esse negócio pensando nas suas futuras clientes. Ou seja, com o foco voltado para elas. A borracharia, por exemplo, terá um ambiente mais limpo, com uma linguagem mais simples, um hall para serviços de café e chás.
Feita esta estrutura do novo negócio é preciso, então, ter a equipe de trabalho que irá dar continuidade a essa constância na qualidade dos serviços prestados e do atendimento também.
Sem essa equipe diferenciada e capacitada, todo o investimento feito para abrir o novo negócio irá por água abaixo e não terá sustentação para continuar oferecendo os serviços essenciais.
Acontecerá uma oscilação entre um e outro. A cada momento um deles estará no topo e você terá sempre que escolher qual é mais importante ou qual deles irá precisar se encaixar.
Ao passo que o conceito de certo ou errado irá depender única e exclusivamente da estratégia que for adotada para conseguir fazer com que cliente e empresa andem juntos, lado a lado, sem ser preciso ter de escolher entre eles.
Para isso, a ideia é que você cuide da sua equipe muito bem para que, assim, ela possa cuidar e atender bem o seu cliente.
Uma equipe treinada, bem capacitada e que entenda o propósito do seu negócio vai repercutir e maximizar toda essa capacidade no momento do atendimento ao cliente.
O poder das palavras no desempenho de uma equipe
Você sabe responder qual é o significado da palavra: ‘palavra’? Vamos te ajudar a entender.
Palavra é a definição de uma imagem mental que está escrita.
Por exemplo, quando dizemos a palavra ‘coração’ em que pensamos primeiro? Na imagem de um coração ou na palavra escrita? Certamente, a maioria das pessoas pensa na imagem de um coração.
Ou seja, ‘palavra’ é a imagem que vem na nossa mente só que de forma escrita.
Com isso, confirmamos o que já se sabe há muito tempo: as palavras têm um conceito incrível e um imenso poder sobre o comportamento humano!
Uma das maneiras de humanizar o setor de Recursos Humanos da sua empresa é utilizar palavras de incentivo para estimular e valorizar sua equipe. Mas tenha foco e cronograma para cumprir esse projeto!
O desafio sempre será buscar ideias criativas que surpreendam as pessoas da sua equipe e, ao mesmo tempo, não sejam custosas para a empresa. Essas ideias precisam romper barreiras e quebrar paradigmas.
Ressaltando sempre que é a simplicidade das atitudes que impressiona as pessoas e geram os melhores e mais eficientes resultados no dia a dia das empresas.

Registrando processos: o RH e a organização no ambiente de trabalho
Além dos documentos de praxe que já existem no setor de Recursos Humanos, quais são os outros documentos que podem ser usados como ferramentas complementares e úteis para padronizar e organizar o RH?
São várias respostas que cabem nessa pergunta. Imagine, a princípio, a descrição de cargo: auxiliar administrativo. E, agora, responda o que este profissional, necessariamente, faz na empresa?
Depende, não é mesmo? Em cada empresa ele terá uma atividade. Portanto, é imprescindível que tenha essa descrição da função na hora de preencher qual cargo ele ocupa.
Até porque, desta forma, o auxiliar administrativo não sabe ao certo o que precisa ser feito, durante seu expediente de trabalho. Isso, muitas vezes, resulta em frustração da empresa e do colaborador por causa da falta de comunicação.
Lembre-se que o cargo que a pessoa ocupa não diz necessariamente o que ela tem de fazer durante o trabalho. Por isso, tanto as funções quanto suas habilidades precisam estar bem descritas no contrato de experiência ou efetivação de emprego.
Outro processo que contribui muito para a organização do Recursos Humanos é dar feedback por escrito para sua equipe de trabalho. Sabe-se que é comum nas empresas falar sobre as qualidades ou erros de seus colaboradores.
Mas registrar esses feedbacks por escrito e de modo mais leve e menos formal é sempre a melhor pedida, pois fica registrado ali um combinado, que será avaliado pela empresa, e que serve ainda como base para os próximos feedbacks.
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