Segundo Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina, a maioria das perguntas engloba resolução de problemas incomuns, o que pode ser muito útil para avaliar a capacidade de raciocínio e a criatividade do candidato. Para a especialista, não existem respostas certas ou erradas, “o que importa é como a pessoa chegou até elas”.
“Além disso, há perguntas comportamentais, que visam identificar traços mais profundos da personalidade do candidato e verificar se ele irá se ajustar à cultura da empresa”, comenta.
As perguntas do tipo “Que objeto você seria?” aparecem com frequência nos relatos do Glassdoor e são muito usadas para conhecer traços da personalidade dos candidatos que não seriam facilmente identificadas de outro modo, segundo Luciana.
“Notamos que esse tipo de pergunta pode estar relacionado com o produto ou serviço da empresa em questão. Portanto, é bom ir preparado”, recomenda.
Luciana Caletti afirma que, de forma geral, não há respostas certas ou erradas para essas perguntas curiosas. Mas a forma como o candidato reage a elas é avaliada pelo entrevistador, incluindo sua capacidade de raciocínio, jogo de cintura e habilidade para apresentar soluções de forma rápida e sob pressão. “Portanto, é muito importante tentar responder a todas as perguntas, mesmo que não esteja tão certo”, aconselha.
Questionada se é melhor arriscar e dar respostas sem pensar muito ou ser sincero e dizer que não sabe para não falar bobagem, Luciana diz que dar uma resposta é melhor do que não dar resposta nenhuma.
“Porém, dar uma boa resposta, ainda que leve um pouco mais de tempo, é melhor do que responder ‘qualquer coisa’. Afinal, você não está sendo avaliado pela rapidez com que responde às perguntas”, diz.
Mas Luciana alerta que os recrutadores precisam usar esses tipos de perguntas com cuidado. “Questões curiosas podem ser uma ótima ferramenta para obter mais informações sobre um candidato. Mas, se o entrevistador não tiver um objetivo claro, lançar uma pergunta dessas sem objetivo pode ser inútil e, em alguns casos, até embaraçoso”, ressalta.
1 – Não há problema em admitir que você está tendo dificuldade para pensar em uma resposta, e você também pode fazer perguntas para entender melhor o que está sendo pedido. O importante é demonstrar que você é capaz de responder à pergunta.
2 – Se não souber o que responder, respire fundo, tome um gole de água para ganhar tempo e relaxar um pouco. Ou simplesmente peça tempo para organizar os pensamentos. Os entrevistadores vão apreciar sua dedicação para dar uma resposta ponderada em vez de simplesmente se apressar para dizer algo raso. Se estiver achando que o silêncio está tomando tempo demais, compartilhe o raciocínio que está desenvolvendo para chegar à resposta. Dependendo da pergunta, isso já pode ser o suficiente. Perguntas de lógica como “Quantas bolas de tênis caberiam dentro de um Fusca?” cabem nesse caso, pois o número é menos importante do que o processo mental para chegar até ele.
3 – Se a pergunta envolver informações pessoais (como em “Em que você contribuiu para a sociedade até hoje?” ou “Se você fosse um objeto, qual seria?”), reflita sobre sua história profissional ou mesmo situações não ligadas ao trabalho para ter ideias e exemplos concretos para usar como justificativa.
4 – Nas perguntas “Qual o seu principal defeito de acordo com sua esposa?” ou “Como você lidará com seu maior defeito durante as atividades da empresa?”, os recrutadores sabem que todo mundo tem defeitos e não esperam que você seja perfeito. Geralmente, o objetivo dessas perguntas é avaliar se o candidato combina ou não com aquele trabalho e com a cultura da empresa. Portanto, seja honesto.
5 – É importante ter bom senso e pensar bem no que você irá dizer, mas se você tentar ser uma pessoa que não é e conseguir a vaga, pode não se dar bem naquele trabalho. Alguém que odeia competitividade talvez possa convencer o entrevistador de que é competitivo, mas pode acabar não se adaptando ao ambiente daquela empresa. Da mesma forma, alguém muito quieto e introvertido até pode passar uma imagem contrária no processo seletivo e conseguir uma vaga em um time comercial. Mas ela poderá ter muito menos prazer no trabalho do que teria em algo que realmente tenha a ver com sua personalidade.
6 – Pesquise o máximo possível sobre a empresa e seus processos seletivos. As perguntas do levantamento saíram do conteúdo que os próprios usuários postaram na plataforma. Ali é possível entrar no perfil das empresas e verificar as questões que costumam ser feitas.
Fonte: G1
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