Hoje já é dia 18 e não ia escrever sobre o que aconteceu no dia 1 de abril. Parece piada de mau gosto, mas minha irmã Simone, de 38 anos, faleceu no Rio de Janeiro de ‘causa indeterminada’. Estava em casa, na véspera de feriado muito feliz – segundo todos os que estavam com ela – e aparentemente não sofria de nada. Do nada, final do dia, em casa, começou a vomitar e – provavelmente por asfixia pelo vômito – sentiu falta de ar e quando chegou ao hospital já estava sem vida.
Mas sei que a vida não termina aqui. Onde está, minha mana, está bem, pois era uma pessoa ímpar, amada e querida por todos que com ela conviveram. Eu a amo. Chorei muito em sua partida. Consegui sair de Florianópolis em vôo cedo de feriadão (Semana Santa) que, inacreditavelmente, ainda tinha vaga. E consegui através de familiares e amigos, dar meu último adeus à Simone.
Que Deus a tenha em bom lugar, com todos os que amo e que já estão em outro plano.
Resolvi escrever hoje porque recebi de uma grande amiga jornalista (Graça, que hoje em dia vejo muito pouco) a notícia do falecimento de sua mãe, pessoa amável que tive a honra de conhecer em 2005, em um daqueles churrascos que a Graça fala em seu blog – https://questaodeatitude.blogspot.com/.
Assim como a Graça, também acredito em vida após a vida na terra, acredito que essa é só uma fase da vida.
Sou adepta da Seicho No Ie e aprendi a conhecer um pouco mais da vida através dos estudos e da fé em Deus, sabendo que nossa vida perdura pela eternidade. Minha mana agora, assim como a mãe da Graça, D. Nane, estão em boa companhia de seus amigos e familiares. E desde que li essa frase em algum lugar, meu coração fica mais tranquilo: “Ao sair, vou com Deus, se não voltar, estarei com Ele.”
A saudade fica, o amor fica, vai a presença física, mas o resto não morre jamais.
Descanse em paz, minha mana, descanse em paz, D. Nane. Que Deus nos abençoe a todos.
Zenaide.



